alaranjado
Os raios alaranjados do por do sol coloriam lhe, dando-o um tom tão bonito quanto sua cor ao natural. O vento soprando por sobre a janela aberta numa fresta, e as gotas de seu suor agridoce lavavam meu rosto avermelhado dos tapas que ele mesmo me dera como sinal de carinho e excitação. Seu falo grande e ereto penetrava-me com tanta destreza quanto sua língua invadia minha boca. Sua mão tão ágil quando seu quadril, masturbava me numa velocidade que só poderia ser descrita pela palavra “sensacional”. De forma bruta, lhe tirei de dentro de mim, pondo-o em posição de foder sua boca. Não poupei força, e assistir a seu boquete era tão excitante quanto a foda em si. Sua masculinidade sobrepondo a sua posição enquanto engolia por inteiro meu pau me levara ao orgasmo como nunca antes. Completei sua boca com meu liquido, numa explosão de êxtase e satisfação. Seguiu-se com um beijo, fazendo-me sentir meu sabor. O fim de tarde seguiu-se assim. A luz alaranjada, a foda, o gozo. Logo depois adormecemos em um ninho de braços, lençóis sujos, e amor.



